Advogada diz que documento sumiu na empresa terceirizada VFS, que não respondeu 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Passageiro no saguão do aeroporto de Lisboa observa os aviões — Foto: Reprodução: Aeroporto de Lisboa Um jogador e estudante brasileiro de 17 anos perdeu a viagem para Portugal à espera que a empresa terceirizada de pedidos de vistos, VFS Global, encontrasse o seu passaporte. A advogada Maria Beatriz Loiola afirmou ao Portugal Giro que fez o pedido em abril. Em 25 de junho, recebeu comunicação que o passaporte com o visto seria enviado para a residência: — O cliente aguardou 21 dias o envio do passaporte, que nunca chegou. Enviamos um e-mail formalizando o ocorrido e fui presencialmente cobrar explicações (em 16 de julho). Ela contou que passou o dia 16 de julho na VFS esperando respostas, que só vieram no final do expediente. — Comunicaram que o caso estava sob responsabilidade da gerência da VFS São Paulo e que dariam posição em cinco dias úteis. Nenhum contato foi feito — declarou Loiola. O passaporte foi encontrado somente na última quarta-feira, dia 29, depois de novo plantão de Loiola na VFS. — Foi entregue com o envelope violado e rasgado, situação totalmente indevida para um documento sob responsabilidade e custódia da VFS — disse ela. Loiola afirmou que o seu cliente sofreu impacto direto no planejamento da mudança para Portugal, onde treinará temporariamente em um clube de futebol. — O visto foi emitido com validade a partir de 26 de junho, mas foi entregue em 29 de julho. Como tem validade de 120 dias, a falha e o atraso causaram a perda de 33 dias — afirmou, completando: — Possivelmente, a VFS manteve a documentação perdida durante todo esse período. O pai do jogador havia comprado passagem com data de 23 de julho para o filho embarcar. — Ele poderia ter embarcado normalmente. A perda da viagem ocorreu por falha por parte da VFS que, embora estivesse com o documento aprovado em sua posse, não localizou o passaporte — disse, acrescentando: — (...) ele poderia ter antecipado a viagem para usufruir o visto desde o início. A retenção indevida tirou a possibilidade (...) Ou poderia simplesmente ter viajado na data comprada. O erro da VFS tirou a autonomia de escolher. Procurada, a VFS não respondeu.
Passaporte some no pedido de visto e brasileiro perde viagem para Portugal
Advogada diz que documento sumiu na empresa terceirizada VFS, que não respondeu







