A data de validade de "Barbie" está se aproximando.
Já se passaram três anos desde que a sensação cor-de-rosa chegou aos cinemas e arrecadou US$ 1,5 bilhão em bilheteria mundial —o maior valor já obtido por um filme da Warner Bros.— e dominou a cultura, com sessões de cinema temáticas em que o público vestia rosa e oito indicações ao Oscar. A recepção deixou para a Warner Bros. uma claro demanda comercial: colocar uma sequência em produção o mais rápido possível.Mas nenhum acordo foi fechado, e o tempo está se esgotando. Os direitos de "Barbie" retornarão à Mattel, a empresa de brinquedos responsável pela icônica boneca, caso a Warner Bros. não faça um acordo com os principais envolvidos no filme para uma sequência até dezembro.
Isso levou a uma intensa corrida nos bastidores.
O acordo do estúdio para a sequência prevê que a Mattel receba uma porcentagem dos lucros brutos do filme, segundo três pessoas com conhecimento das negociações, em um modelo semelhante ao contrato firmado para o primeiro longa. Mas a Warner Bros. ainda precisa chegar a acordos com os talentos envolvidos no filme original, incluindo a roteirista e diretora Greta Gerwig e os protagonistas Margot Robbie e Ryan Gosling.










