Aos 29 anos, o engenheiro Matheus Borges já experimentou diferentes modalidades de ioga até encontrar uma com a qual se identificasse mais. A primeira experiência, em 2018, na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, não o convenceu. "Sou uma pessoa ansiosa. Não senti que era para mim", diz.
No ano passado, já morando em São Paulo, ele deu mais uma oportunidade para a atividade. Desta vez, tentou a hot ioga, modalidade praticada numa sala aquecida entre 32°C e 40°C. "Voltei a fazer e de fato peguei gosto. Vou umas três vezes por semana. É uma oportunidade de desligar da correria, do trabalho e do caos de São Paulo."
Esther Bruno, instrutora de ioga desde 2017, diz que hoje as modalidades podem variar bastante. Há práticas mais intensas ou relaxantes, com diferentes tempos de permanência, temperaturas, acessórios e objetivos. "Não importa qual é a sua porta de entrada, o que importa é que você comece."
A ioga tem raízes antigas na Índia, entre os séculos 5 e 3 a.C., e se desenvolveu em diferentes tradições religiosas e filosóficas.
Como prática física, é muito mais recente. A partir do século 20, diferentes professores passaram a adaptar a atividade e criar métodos voltados a públicos e objetivos distintos. Hoje, é considerada uma "meditação ativa".








