Sigla de Rueda trabalhava para que o ex-prefeito fosse o nome no palanque da governadora, mas indicação do diretório estadual prevaleceu 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Eduardo da Fonte e Miguel Coelho disputam uma vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra — Foto: Reprodução/Redes sociais O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) retirou, neste sábado, a sua pré-candidatura ao Senado. Ele disputava uma das vagas à Casa Legislativa na chapa da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). A decisão de Coelho é o mais novo desdobramento do conflito que rachou a federação União Progressista em torno da postulação. O diretório estadual aprovou o nome do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) como pré-candidato à Casa Legislativa, mas ainda havia resistência no União Brasil, que trabalhava pela indicação de Coelho. A disputa pela indicação na chapa de Lyra chegou a envolver os presidentes nacionais dos partidos Ciro Nogueiro, do PP, e Antônio Rueda, do União Brasil. — Para não colocar esse projeto em risco sob nenhum tipo de condição, de ameaça ou de qualquer forma de pressão que seja, percebemos, e eu e ela, numa conversa de bom tom e muito tranquila, que era o momento de retirar a nossa candidatura ao Senado — disse Coelho nesse sábado. Com a decisão, Eduardo da Fonte será anunciado como parte da chapa de Lyra ao Senado. O deputado federal Tulio Gadelha também disputará a Casa, após deixar a Rede e ingressar no partido da governadora, o PSD. Lyra oficializará sua candidatura neste domingo. Coelho chegou a negociar a presença na chapa do ex-prefeito do Recife João Campos, mas o pré-candidato ao governo de Pernambuco optou por ter Marília Arraes e Humberto Costa como nomes ao Senado no palanque. O apoio do União Brasil à Lyra foi selado posteriormente, em março. Desde então, Coelho acompanha a governadora em agendas.
Após racha na federação União-PP, Miguel Coelho desiste de disputar o Senado e chapa de Lyra em PE terá Eduardo da Fonte
Sigla de Rueda trabalhava para que o ex-prefeito fosse o nome no palanque da governadora, mas indicação do diretório estadual prevaleceu















