Diretório estadual da federação aprovou Eduardo da Fonte como pré-candidato, mas sigla de Rueda trabalha para que seja Miguel Coelho o nome no palanque da governadora 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Eduardo da Fonte e Miguel Coelho disputam uma vaga ao Senado na chapa de Raquel Lyra — Foto: Reprodução/Redes sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/07/2026 - 17:46 Impasse entre PP e União Brasil por vaga ao Senado em Pernambuco Em Pernambuco, a disputa por uma vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra gerou um impasse entre PP e União Brasil. O diretório estadual aprovou o deputado Eduardo da Fonte (PP) como pré-candidato, mas o União Brasil, liderado por Antonio Rueda, apoia Miguel Coelho. O presidente da federação, Ciro Nogueira, referendou a decisão local, mas a escolha final depende da governadora, que busca consenso entre os partidos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A disputa por uma das vagas ao Senado na chapa da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), rachou a federação União Progressista. O diretório estadual aprovou na segunda-feira o nome do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) como pré-candidato à Casa Legislativa, mas ainda há resistência no União Brasil, que trabalha pela indicação do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho. Em nota, o presidente nacional da federação, senador Ciro Nogueira, referendou nesta semana a decisão da executiva de Pernambuco e confirmou da Fonte como pré-candidato. "O processo segue em discussão, com pré-candidaturas ao Senado Federal colocadas e o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra. Qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, que não seja unânime entre as duas legendas (PP e União), não produzirá nenhum efeito perante a Executiva Nacional da Federação União Progressista, a quem cabe decidir", disse. A chapa de Lyra deve contar com o deputado federal Tulio Gadelha ao Senado, após o parlamentar deixar a Rede e ingressar no partido da governadora, o PSD. A outra vaga será indicada pela federação União Progressista. Conflito no estado Coelho chegou a negociar a presença na chapa do ex-prefeito do Recife João Campos, mas o pré-candidato ao governo de Pernambuco optou por ter Marília Arraes e Humberto Costa como nomes ao Senado no palanque. O apoio do União Brasil à Lyra foi selado posteriormente, em março. Desde então, Coelho acompanha a governadora em agendas. Eduardo da Fonte afirma que a decisão pela sua candidatura foi tomada seguindo o regimento da federação. — Nessa semana, realizamos a instituição, de fato, da federação em Pernambuco, onde eu sou o presidente estadual. O PP tem cinco votos de titulares e o União, dois votos. Nós instituímos todo o procedimento que manda o regimento para deliberar os encaminhamentos da eleição de 2026 e também ratificar o apoio a pré-candidatura ao Senado. Tudo foi feito de acordo com o regimento — afirma o deputado. De acordo com o deputado, a direção nacional da federação só pode desfazer a decisão estadual caso haja assinatura tanto de Ciro quanto de Rueda. — A decisão já foi validada por Ciro. Não há como desfazê-la apenas com uma assinatura (de Rueda) — diz Eduardo da Fonte. Coelho, por sua vez, cita "divergências de narrativas" e defende que a escolha será de Lyra. — Por mais que o PP ocupe a presidência da federação e o União Brasil a vice, o estatuto é muito claro que, no tocante às candidaturas majoritárias, tem que se buscar a unanimidade, ou seja, os dois partidos têm que decidir a mesma coisa — diz Coelho, que completa: — Temos duas pré-candidaturas postas e entendemos que ambas são legítimas. Elas estão colocadas para apreciação de quem vai de fato escolher isso, que é a líder natural do processo: a governadora Raquel Lyra.
Em Pernambuco, PP e União Brasil divergem sobre indicação ao Senado na chapa de Raquel Lyra
Diretório estadual da federação aprovou Eduardo da Fonte como pré-candidato, mas sigla de Rueda trabalha para que seja Miguel Coelho o nome no palanque da governadora







