O núcleo da inflação — que exclui energia e alimentos — subiu de 2,4% para 2,5% A inflação anual na zona do euro acelerou para 2,9% em julho, em linha com as expectativas do mercado, subindo em relação aos 2,8% registrados em junho e permanecendo bem acima da meta de 2,0% do Banco Central Europeu, segundo estimativas preliminares. O avanço foi impulsionado principalmente por uma nova alta nos preços da energia, cuja inflação acelerou de 8,5% para 10,0% com a retomada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã. As pressões subjacentes sobre os preços também ganharam força. A inflação do setor de serviços subiu levemente de 3,2% para 3,3%, enquanto a de bens industriais não energéticos avançou de 0,7% para 0,9%. Em contrapartida, a inflação de alimentos, álcool e tabaco desacelerou de 1,5% para 1,2%. O núcleo da inflação — que exclui energia e alimentos — subiu de 2,4% para 2,5%. Entre as maiores economias do bloco, a inflação acelerou na Alemanha (de 2,4% para 2,8%), França (de 2,0% para 2,4%), Espanha (de 3,6% para 3,8%) e Holanda (de 2,5% para 2,9%), enquanto apresentou ligeiro alívio na Itália (de 3,0% para 2,9%).

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Inflação na Itália desacelera para 2,8% ao ano em julho