Ibovespa sobe quase 3% em julho e interrompe ciclo de quatro meses no vermelho; em ambiente volátil, renda fixa segue entre principais indicações José Tolipan e Álvaro Frasson, do BTG Pactual: momento para uma postura mais defensiva do que no início do ano — Foto: Rogerio Vieira/Valor O Ibovespa voltava a ficar positivo em julho, após quatro meses consecutivos de queda que corroeram mais de 10% desde o pico em 14 de abril, quando fechou aos 198.657 pontos. Mas tem sido assim, aos trancos e barrancos que as ações lideram o ranking das aplicações financeiras. O principal termômetro do mercado acionário brasileiro subia quase 3% no mês até o dia 30 e beirava os 10% desde janeiro. O IBrX 50, das 50 empresas de maior valor de mercado e mais negociadas, foi mais longe, com alta de quase 11%. Sinal de que o fluxo está indo para a qualidade.

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