O Governo de São Paulo estendeu o prazo para que o consórcio encabeçado pela Azevedo & Travassos pague a outorga para a assinatura do contrato de concessão da Rota Mogiana, que abrange mais de 500 km de estradas no interior de São Paulo.
A construtora e a Quimassa Infraestrutura, que também participa do consórcio, terão até 14 de agosto para apresentar os documentos e realizar o pagamento de R$ 1,085 bilhão oferecido no leilão realizado em fevereiro deste ano.
Sem o pagamento, o consórcio fica impedido de assinar o contrato da concessão.
Na ocasião, a proposta das empresas superou a oferta de R$ 1,02 bilhão da MC Brasil, do Fundo Mubadala. A EPR havia proposto R$ 560 milhões, e a Motiva (ex-CCR) apresentou o valor de R$ 180,28 milhões.
A Azevedo & Travassos disse em comunicado a investidores nesta quinta-feira (30) que realizou aporte de aproximadamente R$ 43,5 milhões para integralização de metade do capital social da Rota Mogiana SPE, concessionária criada pelo consórcio para administrar as estradas.








