A comparação é com o mês de maio, na série livre de efeitos sazonais O volume de novos empréstimos e financiamentos subiu 0,4 % em junho, na série dessazonalizada, que retira peculiaridades de um determinado período, como número de dias úteis a mais ou a menos. A comparação é com o mês anterior. O volume passou para R$ 730,8 bilhões. Para as pessoas físicas, houve queda de 0,2%, na mesma base de comparação, para R$ 389,2 bilhões, enquanto para as pessoas jurídicas foi registrada alta de 1,4% para R$ 338,2 bilhões. No crédito livre total, as concessões com ajuste sazonal avançaram 0,5% para R$ 650,3 bilhões em junho. No crédito direcionado, reduziram 0,1% para R$ 78,7 bilhões. As concessões totais, sem a dessazonalização, subiram 6,5% no mês e somaram R$ 747,1 bilhões. Para clientes corporativos, os novos empréstimos subiram 11,6% contra o mês anterior, totalizando R$ 362 bilhões. Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 385,1 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, alta de 2,1% em relação a maio. As concessões com recursos livres, em que as taxas são pactuadas livremente entre bancos e clientes, avançaram 6,7% para R$ 668,4 bilhões. Já as operações com recursos direcionados, que são regulamentadas pelo governo ou vinculadas a recursos orçamentários, avançaram 4,9%, para R$ 78,7 bilhões. Já as concessões de crédito imobiliário para as pessoas físicas com recursos direcionados subiram 12,8%, para R$ 26,575 bilhões no mês, acumulando alta de 12,3% em 12 meses. As concessões de crédito para a compra de veículos por pessoas físicas subiram 2,8% no mês, para R$ 20,853 bilhões. A taxa de juros média subiu de 26,3% ao ano em maio para 26,4% em junho. — Foto: MorgueFile