Garrafas PET, embalagens e outros resíduos plásticos retirados de rios amazônicos ganharam um novo destino em Belém. O material se transformou em brita, utilizada na fabricação de componentes para a construção civil.
A tecnologia desenvolvida no Pará dialoga com um estudo publicado em 2025 na revista científica Ambio, que analisou a poluição plástica na amazônia e apontou a economia circular como uma das estratégias para enfrentá-la.
O método foi desenvolvido pela startup FlexStone em parceria com pesquisadores da UFPA (Universidade Federal do Pará) e usa o lixo plástico recolhido pelo projeto Promares.
Coordenador do projeto no estado, Neyson Mendonça, pesquisador do programa de pós-graduação em engenharia sanitária e ambiental da UFPA, afirma que o processo faz com que um passivo ambiental vire matéria-prima de alto valor agregado.
"A tecnologia gera novas oportunidades de trabalho e renda para cooperativas de reciclagem, promove inclusão social e contribui para uma cadeia produtiva mais sustentável na amazônia", disse.








