Segundo as investigações, Willian Barile Agati seria um faz-tudo para o PCC e ponte do grupo criminoso com a máfia italiana Sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília — Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil A Procuradoria-Geral da República (PGR) viu uma tentativa do advogado do lobista Andreson Gonçalves de vender influência em um julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no ano passado, envolvendo um empresário conhecido como “concierge do PCC”, que estava detido na mesma ala que Andreson, na Penitenciária Federal em Brasília.

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