A corrida das empresas por IA nem sempre vem acompanhada de um plano. Segundo a Grant Thornton, parte das organizações adota a tecnologia sem saber ao certo qual problema pretende resolver, o que abre espaço para gasto sem retorno.

Para Elias Zoghbi, líder de Consultoria Tecnológica e da Indústria Financeira da Grant Thornton Brasil, o resultado depende de conexão direta entre a ferramenta e os objetivos do negócio, e não do desejo de seguir uma tendência.

“Hoje, muitas empresas querem utilizar inteligência artificial, mas ainda não têm clareza sobre qual problema estão tentando resolver. O risco é adotar tecnologia pela tecnologia, sem conexão com as prioridades da organização”, afirma Zoghbi.

IA exige objetivo claro antes da adoção

Assim, o especialista defende que a discussão sobre IA comece pela definição dos resultados esperados. Entre eles estão corte de custos, ganho de produtividade, melhoria na experiência do cliente e desenvolvimento de produtos e serviços.