“Imediatamente [após ser eleito] encaminharei ao Congresso um projeto para que eu, credenciado pela população eleita, possa pacificar o país imediatamente”, afirmou o candidato do PSD à Presidência Ronaldo Caiado, candidato a presidente pelo PSD — Foto: Divulgação/Flickr - Ronaldo Caiado O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, voltou a prometer nesta terça-feira (28) que, uma vez eleito, irá encaminhar ao Congresso um projeto para anistiar Jair Bolsonaro e todos os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em entrevista ao portal Metrópoles, Caiado ressaltou a necessidade de pacificar o país e afirmou que a eleição presidencial não pode ficar restrita aos candidatos que, segundo ele, lideram a rejeição do eleitorado. “Eu vou fazer, porque eu quero pacificar o país. Imediatamente encaminharei ao Congresso um projeto para que eu, credenciado pela população eleita, possa pacificar o país imediatamente”, afirmou. O candidato comparou sua proposta à anistia concedida pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek a militares envolvidos em movimentos contra seu governo e disse que pretende encerrar definitivamente o tema. “Farei isso imediatamente, acabou. Eu não vou ficar alimentando essa loucura que nós estamos vivendo no Brasil”, declarou. Segundo Caiado, a anistia faz parte de um processo mais amplo de reconstrução institucional. “Se anistiou o país, acabou. Todo mundo vai para casa”, disse. Ao defender uma alternativa à polarização política, Caiado criticou os dois principais polos da disputa presidencial. “O problema é exatamente sobre a campanha, por serem os mais rejeitados. O Brasil não pode eleger os mais rejeitados. O Brasil tem que eleger alguém que tenha autoridade para governar o país”, declarou.