O Ministério Público de São Paulo abriu nesta terça-feira (28) um inquérito civil para apurar as falhas da semana passada que paralisaram as linhas 11-coral, 12-safira e 13-jade do trem metropolitano.

A portaria que autoriza a abertura de inquérito é assinada pela promotora Patrícia de Carvalho Leitão, da 4ª Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital.

O inquérito tem prazo de um ano para ser concluído, podendo ser renovado por mais um.

Ele foi aberto após o Ministério Público ter sido acionado por três pessoas: um usário da linha 11-coral, a deputada federal Erika Hilton (PSOL) e a ativista de direitos humanos Sofia Favero.

Na portaria, a promotora cita as falhas da última quinta-feira, que fizeram o governo Tarcísio de Freitas (republicanos) a devolver a gestão das linhas por ao menos 90 dias para a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que é estatal) —a decisão foi tomada dois dias depois de os ramais começarem a ser adminsitrados pela concessionária Trivia Trens.