0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ministro Alexandre de Moraes no Julgamento do caso Marielle Franco na Primeira Turma do STF — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Com a tensão crescente entre Brasil e Estados Unidos, aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro acreditam na possibilidade de que sanções da Lei Magnitsky voltem a ser aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Há dois meses, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o ex-apresentador Paulo Figueiredo protocolaram um pedido para que as sanções financeiras contra Moraes fossem restabelecidas. A expectativa do grupo é que, com o aumento do atrito entre a gestão de Donald Trump e o governo Lula, Moraes volte a ser alvo dos americanos. O último episódio que agravou a relação foi a negativa de vistos para dois funcionários da gestão Trump, com o Itamaraty alegando que a intenção da viagem americana era questionar a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro. Como informou a coluna, o grupo de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos já foi informado de que a gestão de Donald Trump prepara uma reação ao episódio. A avaliação é que, neste contexto, sanções individuais como a aplicação da Lei Magnitsky podem ganhar espaço. A leitura deles é que r etirada da punição sobre Moraes foi feita como um gesto de Trump para Lula num momento de aproximação dos dois chefes de Estado e que nunca contou com a aprovação de Marco Rubio, chefe de Departamento e Estado dos EUA.
Aliados de Flávio Bolsonaro acreditam em volta de Magnitsky contra Moraes até eleição
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