Agência reforça o conceito full journey para gerir toda a jornada do cliente em uma única operação Em pé: Márcio Oliveiro (Co-CEO), Jaderson Alencar (Co-CEO), Fernando Simões (VP de Conteúdo e Responding), Raiza Scatena (Diretora Geral de Atendimento) e Brunno Maceno (VP de Conteúdo e Influência). Sentados: Ausra Sliesoraitis (VP de Mídia) e Luiz Barrella (VP de Criação) — Foto: Divulgação "A Jota fala business no timing da cultura." Esse é o novo posicionamento da agência Jotacom, que agora passa a ser Jota. A frase resume a identidade de uma empresa com mais de duas décadas e marca a atuação full journey, acompanhando toda a trajetória do cliente, da construção de imagem à conversão e fidelização. A mudança de marca formaliza uma transformação iniciada após a integração à FSB Holding. Segundo o Co-CEO Marcio Oliveira, que divide a liderança da Jota com Jaderson Alencar, a empresa nasceu com foco em performance e conversão, o que fez com que sempre olhasse de perto os indicadores e os objetivos comerciais de seus clientes. Agora, essa base passa a ser combinada a uma leitura constante dos movimentos culturais e das conversas que mobilizam as pessoas. “A Jota fala de business porque essa preocupação sempre esteve no DNA da agência. Desde o início, olhamos para os KPIs (indicadores de desempenho) dos clientes, para o impacto das campanhas e para os resultados que elas geram. Mas entendemos que isso só funciona quando a marca participa das conversas certas, da maneira certa e no momento certo, acompanhando a cultura e o que está na cabeça do público”, afirma. A evolução da Jota ganhou força com a integração à FSB Holding, o mais completo ecossistema de gestão da comunicação e reputação da América Latina. O processo, iniciado em 2022 e concluído em 2025, marcou uma nova fase para a agência. Nesse período, a agência ampliou seu quadro de colaboradores de cerca de 50 para mais de 300 profissionais. A Jota triplicou de tamanho nos últimos três anos, inaugurou um escritório no Rio de Janeiro e viu sua base de clientes crescer e se consolidar em uma carteira que hoje reúne marcas como Duolingo, Zamp, Novo Nordisk, Mercado Livre, Sicredi, Midea, PlayStation, Heinz, B3 e Mackenzie. “Os clientes não vivem seus desafios de forma fragmentada. Tudo acontece ao mesmo tempo. Nosso modelo parte dessa realidade e conecta as competências necessárias para gerar resultado em negócio, imagem e reputação, com timing e agilidade", afirma Jaderson Alencar, co-CEO da agência. "Business sem timing perde potência. Cultura desconectada do negócio pode gerar atenção, mas não necessariamente valor. Nosso papel é unir essas duas dimensões e transformar o contexto cultural em crescimento para as marcas." A combinação entre estratégia de negócios, dados e cultura levou a agência a consolidar o conceito de full journey. A proposta é acompanhar toda a jornada do consumidor, desde a construção de atenção e reconhecimento até a conversão, a fidelização e a reputação da marca. Segundo Oliveira, poucas empresas conseguem integrar todas essas etapas em um único modelo de atuação, conciliando objetivos de negócio com a capacidade de inserir as marcas, de forma relevante, nas conversas que movimentam a sociedade. “Hoje somos uma agência de full journey. Como disse, nós falamos de business no timing da cultura, mas também no timing do desafio de negócio do cliente ou de uma crise. O conceito é adaptável porque os objetivos e as circunstâncias de cada marca mudam”, explica. Reputação como ativo de negócio Se o novo posicionamento amplia a jornada de comunicação, ele também muda a forma como a agência enxerga a reputação. A polarização do cenário atual elevou o custo de silêncio das marcas. Para Alencar, as empresas precisam entender que suas atitudes têm tanto peso quanto suas campanhas e que, muitas vezes, deixar de se posicionar pode ser mais prejudicial do que assumir uma posição. “Reputação está na atitude e na coragem da marca, não apenas naquilo que ela acredita que comunica. Cuidar da reputação é cuidar do business. Quando as empresas passam a olhar para isso de forma estratégica, elas elevam o nível da conversa. Na Jota focamos em agir no timing do negócio dos nossos clientes, seja para uma campanha ou gerenciamento de uma crise”, afirma Alencar. Se esse é o olhar que a Jota leva para seus clientes, a agência também colhe os resultados da própria reputação construída no mercado. A carteira de prêmios já passa de 100 reconhecimentos nacionais e internacionais, entre eles Cannes Lions, TikTok Ad Awards, One Show, Effie Brasil e MMA Smarties. Na edição 2024/2025 da pesquisa Agency Scope, realizada pela consultoria Scopen, a Jota se destacou na avaliação dos clientes, um reconhecimento baseado na percepção dos anunciantes sobre as agências com as quais trabalham, e liderou atributos como inteligência artificial, analytics, ROI, branded content, inovação em mídia digital e marketing de influência. “A Jota vive um momento muito bom. A gente está conseguindo consolidar uma história de mais de 20 anos, mostrar um jeito diferente de trabalhar que gera resultados e visibilidade enormes para os clientes”, finaliza Alencar. Para Oliveira, a mudança da marca representa menos uma ruptura do que uma formalização de um modelo de atuação que busca integrar reputação, influência e performance em uma mesma estratégia de negócios.
Jotacom vira Jota e mira comunicação de ponta a ponta
Agência reforça o conceito full journey para gerir toda a jornada do cliente em uma única operação












