Dinheiro está entre os temas que mais exigem acordos em um casamento. A forma de dividir despesas, organizar contas e planejar objetivos muda conforme a renda do casal, a fase profissional e a chegada dos filhos.
Não existe um modelo único de planejamento financeiro. Algumas famílias preferem manter contas separadas e dividir os gastos de forma proporcional à renda. Outras concentram todos os recursos em uma conta conjunta e tratam o dinheiro como patrimônio comum.
Para a consultora em finanças pessoais Carol Stange, o mais importante é construir regras claras para o uso do dinheiro. "O que funciona entre casais é a existência de um orçamento compartilhado. O desequilíbrio das contas acontece pela ausência de comunicação e transparência com dinheiro", afirma.
Quando existe diferença de renda entre os parceiros, a divisão proporcional costuma aparecer como alternativa para equilibrar as contribuições da casa. Nesse sistema, quem ganha mais assume parcela maior das despesas.
A gerente de marketing Marina Souza, 34, e o marido Felipe Santana, 35, adotaram esse modelo. Juntos há nove anos, eles mantêm contas separadas e distribuem os gastos conforme a renda individual.









