Gestora avalia que empresas fora da inteligência artificial tendem a sofrer mais com um eventual ciclo de alta dos juros do que as hyperscalers Andrew Reider, da WHG: o juro subindo impacta muito mais quem não está em IA, porque não tem esse suporte do 'boom' — Foto: Rogerio Vieira/Valor O mercado passou a testar a tese de inteligência artificial (IA), diante de um aumento do endividamento de grandes empresas de tecnologia, ao mesmo tempo em que já vê nos preços elevações nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed) neste ano. A WHG, porém, acredita que o risco está sendo mal precificado: se os juros americanos voltarem a subir, quem tende a sofrer mais não são as gigantes da IA, mas justamente as empresas que ficaram de fora desse ciclo de investimentos.
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