0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os irmãos Joesley e Wesley Batista — Foto: Bloomberg A Vale já foi o objeto de desejo de Eike Batista em seu auge (“A Vale é o sonho de qualquer minerador”). Já foi também, uns poucos anos atrás, a obsessão de Rubens Ometto, que quis controlá-la. E é eternamente o fetiche de governos petistas — dois anos atrás, Lula quis botar Guido Mantega para presidi-la. Agora, os irmãos Wesley e Joesley Batista estão se movimentando em direção à mineradora. Têm planos para serem os maiores acionistas individuais da Vale. O plano inicial era repassar metade de suas minas em Corumbá à Vale por R$ 2 bilhões, trocando-as por ações da empresa, e aportar mais alguns bilhões de reais para virarem um dos acionistas de referência, ao lado da Previ, Mitsui e Bradespar. O negócio com as minas deu em nada. Mas os Batista, donos de um apetite empresarial insaciável e de um poder de sedução especial, continuam sonhando com a Vale.
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