Não choveu, embora a previsão fosse essa para este 25 de julho, Dia da Mulher Negra Latino-Americana. Casa lotada, com cerca de 700 pessoas em uma estrutura montada especialmente para receber a ativista e escritora americana Angela Davis, pela primeira vez em Paraty –a décima no Brasil.
Aplaudida de pé, Davis iniciou a mesa "América e África, Uma Conversa Atlântica", mediada pela jornalista Flávia Oliveira, com meia hora de atraso, às 18h30. Antes, lamentou a ausência do escritor africano Wole Soyinka, com quem dividiria a mesa. "Esperamos que ele possa deixar o hospital em breve e se juntar a nós em uma futura conferência."
Angela Davis participa de mesa na Flip - Rafaela Araújo/Folhapress
Além do palco no Sesc Caborê, um telão foi montado em frente à Casa Sesc, onde originalmente faria sua palestra, e centenas de pessoas se aglomeraram para acompanhar a mesa em duas telas que transmitiram a fala da ativista.
Na plateia do evento, famosos como as escritoras Conceição Evaristo (aplaudida de pé) e Ana Maria Gonçalves, a jornalista Aline Midlej, a ex-deputada Erica Malunguinho, a cineasta Marina Person.









