Último contato feito por Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán aconteceu no dia 14, quando informaram que estavam perdidos; condições climáticas têm dificultado acesso ao monte, o mais alto do Peru 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Da esquerda para a direita, Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán, os três alpinistas que desapareceram em Huascarán, no Peru — Foto: Reprodução / Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/07/2026 - 14:07 Famílias contratam resgate privado após desaparecimento no Huascarán Após dez dias de buscas infrutíferas, as famílias dos alpinistas Alejandro Ugarte, Freddy Mendoza e Artidoro Salas, desaparecidos no Monte Huascarán, no Peru, decidiram contratar equipes privadas de resgate. As operações têm enfrentado desafios extremos, como condições climáticas adversas e avalanches. As famílias, insatisfeitas com a resposta estatal, arrecadam fundos para financiar os esforços. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Na corrida contra o tempo para encontrar e resgatar os três alpinistas que desapareceram no Monte Huascarán, no Peru, parentes e amigos tentam, com recursos próprios, intensificar as buscas. Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán entraram em contato com conhecidos pela última vez no último dia 14, por meio de uma mensagem em que informavam que estavam perdidos. Dez dias depois, as famílias contrataram guias especializados para continuar a busca por eles. Lauro Salas, irmão de Artidoro, confirmou que, na ausência de qualquer progresso por parte do Estado, essa medida de investir recursos próprios em equipes especializadas tem sido a alternativa, disse ao jornal peruano El Comercio. Até o momento, os esforços de resgate não tiveram sucesso devido às condições climáticas extremas e ao risco de novos deslizamentos. O Huascarán, considerado o pico mais alto do Peru, está coberto de neve. Embora drones particulares tenham detectado rastros a uma altitude de 6.400 metros, uma avalanche recente bloqueou o acesso terrestre ao acampamento 2, forçando as equipes de reconhecimento a retornar à cidade de Huaraz. De acordo com as últimas informações, tanto por meio do contato dos alpinistas há mais de uma semana como por dados dos equipamentos que usavam, eles estariam no trecho entre os acampamentos 1 e 2 quando desapareceram. A busca pelos alpinistas em Áncash é marcada por desafios logísticos, já que os helicópteros da polícia e da força aérea operam apenas até 4 mil metros de altitude. À imprensa local, as famílias têm denunciado a demora na ação por parte das autoridades. Além disso, os socorristas voluntários relataram problemas de transporte e exaustão física, o que levou os parentes dos três homens a organizarem rifas para arrecadar fundos e financiar equipes de resgate privadas que possam superar os altos custos das operações particulares. Bruno Quiapina, cunhado de Alejandro Ugarte, indicou que também estão trabalhando para obter acesso técnico a dispositivos de satélite para determinar as coordenadas de geolocalização. A estratégia atual prioriza o uso de tecnologia infravermelha em drones e o destacamento de pessoal experiente que possa passar a noite em grandes altitudes, buscando aproveitar os períodos de bom tempo durante as primeiras horas da manhã. Principais pontos do desaparecimento Artidoro Salas, Alejandro Ugarte e Freddy Mendoza perderam contato na terça-feira, 14 de julho, durante a descida do Monte Huascarán. O grupo fazia parte de uma expedição de cinco pessoas que havia escalado com sucesso o pico sul, mas uma forte tempestade desorientou os três peruanos, que ficaram para trás de seus companheiros estrangeiros no setor conhecido como La Garganta. A última pista direta foi uma mensagem de WhatsApp que Ugarte enviou a sua companheira, na qual ele relatou brevemente que estavam perdidos. Mais tarde, as equipes de busca e resgate encontraram suas barracas e equipamentos intactos no Acampamento 1, confirmando que eles haviam feito a subida final vestindo apenas roupas quentes e sem sacos de dormir — um fator de alto risco em temperaturas de -30°C. Atualmente, o acesso à montanha coberta de neve permanece fechado por ordem das autoridades para facilitar as operações de segurança e resgate. Apesar de vestígios físicos detectados por tecnologia aérea, não há sinais confirmados de vida. Logo após o desaparecimento, um drone conseguiu identificar o que seriam pegadas na neve, mas não houveram outros indícios de que se tratava de pista sobre o paradeiro dos três alpinistas. As famílias e equipes de resgate contratadas seguem no local, aguardando uma mudança favorável nas condições climáticas para realizar novas buscas e incursões. Já se sabe o que aconteceu com os alpinistas? Não se sabe ao certo, ainda, o que aconteceu com os três. A principal hipótese indica que os alpinistas caíram em uma das profundas fendas ou ravinas localizadas a mais de 6 mil metros acima do nível do mar, após tentarem descer devido a complicações de saúde de um dos membros da equipe, segundo o jornal peruano El Comercio. Serra da Canastra: um roteiro por cachoeiras, montanhas e queijos em Delfinópolis, Minas Gerais 1 de 7 Queijos Canastra com diferentes tempos de maturação na premiada Queijaria Vale da Gurita, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Eduardo Maia / O Globo 2 de 7 Cachoeira Maria Cândida, dentro do terreno da Pousada Acqualume, em Delfinópolis, na Serra da Canastra, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 Uma das oito cachoeiras do Complexo Paraíso, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais 4 de 7 Uma das oito cachoeiras do Complexo Paraíso, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 5 de 7 Formações rochosas conhecidas como Condomínio de Pedra, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Eduardo Maia / O Globo 6 de 7 Obra das Arteiras da Canastra, um coletivo de artistas plásticas que produzem peças a partir de folhas e sementes colhidas nas plantações de Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 7 de 7 Caminho do Céu, um dos passeios mais populares em Delfinópolis, oferece ao visitante uma bela vista do Parque Nacional da Serra da Canastra — Foto: Eduardo Maia / O Globo Em Delfinópolis, visitante descobre por que o modo de fazer do Queijo Minas Artesanal acaba de ser declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco