Trio fez o último contato com parentes há mais de uma semana alertando que estavam perdidos a uma altitude aproximada de 6 mil metros acima do nível do mar 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Da esquerda para a direita, Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán, os três alpinistas que desapareceram em Huascarán, no Peru — Foto: Reprodução / Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 14:21 Buscas por Alpinistas Desaparecidos em Huascarán Continuam sem Sucesso após uma Semana O desaparecimento dos alpinistas Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán em Huascarán, a montanha mais alta do Peru, continua sem solução após mais de uma semana. O trio, que buscava alcançar o cume, perdeu contato em 14 de julho a cerca de 6 mil metros de altitude. Operações de resgate enfrentam condições climáticas adversas, e drones identificaram possíveis áreas de risco. Autoridades fecharam a rota para facilitar as buscas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O desaparecimento dos alpinistas Alejandro Manuel Ugarte Jordán, Freddy Saúl Mendoza Lizana e Artidoro Salas Gaitán em Huascarán, montanha mais alta do Peru, passa de uma semana ainda sem respostas sobre o que aconteceu. O trio buscava alcançar o cume do monte quando se perdeu, conforme informou Alejandro Manuel no último contato que conseguiu com parentes no fim da manhã do dia 14 de julho. Desde então, equipes de resgate oficiais e de voluntários têm se organizado para encontrá-los, uma corrida contra o tempo em um terreno inóspito, com neve, baixas temperaturas, ventos fortes e sem acesso à comida e água. Abaixo, os principais pontos do que se sabe até agora sobre o desaparecimento dos três alpinistas em Huascarán. Quem são os desaparecidos? Os três alpinistas foram identificados como Alejandro Manuel Ugarte Jordán, um renomado fotógrafo de aventuras, Freddy Saúl Mendoza Lizana, ambos naturais de Lima, e Artidoro Salas Gaitán, um alpinista experiente que mora em Huaraz. Por que eles estavam no Monte Huascarán? Eles faziam a escalada com objetivo de chegar ao cume, segundo relataram as famílias. Com início das operações de equipes de resgate e de emergência, foi constatado que eles deixaram numa das bases do trajeto suas barracas, possivelmente numa estratégia de carregar a menor quantidade de equipamentos durante o percurso. Isso faz com que os três não tenham garantia de abrigo para passar por períodos de baixa temperatura, como as madrugadas, o que pode oferecer riscos à saúde. Quando foi o último contato dos alpinistas? O último contato do trio, por meio de mensagens enviadas às famílias, foi na manhã do dia 14 de julho. Os homens estariam em "La Garganta", trecho entre os acampamentos 1 e 2 do Monte Huascarán, numa altitude aproximada de 6 mil metros acima do nível do mar. O último contato direto com eles foi registrado às 10h daquele dia. Quinze minutos depois, às 10h15, Alejandro Manuel conseguiu enviar uma breve e alarmante mensagem de texto, dizendo: "Perdidos". Por que autoridades fecharam trecho de Huascarán? Na última segunda-feira (20), autoridades locais anunciaram que o trecho onde o trio teria se perdido — entre o Acampamento 1 e o Acampamento 2 — seguirá fechado pelos próximos 15 dias para os trabalhos de buscas pelos alpinistas. Assim, não será permitido acesso de turistas, nacionais e estrangeiros. Apenas as equipes que participam da operação para encontrar e resgatar os homens podem ter acesso a essa rota da montanha. A medida foi explicada no comunicado divulgado para a imprensa e por meio das redes sociais do Parque Nacional Huascaran, onde a montanha está localizada. Segundo as autoridades, o fechamento temporário "tem como objetivo facilitar o desenvolvimento das operações de busca e resgate realizadas de forma coordenada pelas instituições competentes para localizar os montanhistas desaparecidos", diz um trecho. Os alpinistas já foram localizados? Até o momento, os três alpinistas não foram localizados. Dias após o relato do desaparecimento equipes de resgate teriam encontrado o que seriam vestígios da passagem dos três alpinistas por um dos trechos da nevada montanha. Foi necessário auxílio de aeronaves para sobrevoar o trecho por onde teriam passado. Quais os desafios da operação de resgate? A operação de resgate foi seriamente prejudicada pelas condições climáticas e geográficas adversas, típicas do montanhismo em alta altitude. A situação foi agravada por dificuldades de coordenação com um helicóptero da Polícia Nacional Peruana (PNP), o que dificultou o acesso à área e atrasou os esforços para localizar os alpinistas. O que os drones usados para sobrevoar a área onde teria ocorrido o desaparecimento mostraram? Em entrevista ao El Comercio, o presidente da Associação Peruana de Guias de Montanha (AGMP), Beto Pinto Toledo, informou que a equipe de resgate utilizou um drone especializado para reforçar as buscas pelos três alpinistas desaparecidos. As imagens obtidas foram comparadas com as últimas coordenadas registradas no relógio Garmin de Alejandro Ugarte. Os socorristas também analisaram fotografias, vídeos e as últimas mensagens enviadas pelos alpinistas antes da perda total de contato. Após avaliar as informações coletadas, os guias identificaram duas áreas de alto risco. Uma delas é uma grande fenda, enquanto a outra é uma encosta íngreme e estreita, acessível apenas por rapel, onde o sinal do dispositivo de Ugarte teria sido interrompido. Pinto explicou que, após triangulação das informações disponíveis, estimam que os alpinistas estejam a aproximadamente 6.400 metros acima do nível do mar, em uma área com fendas que ultrapassam 100 metros de profundidade, o que torna o resgate uma missão extremamente complexa e arriscada. Já se sabe o que aconteceu com os alpinistas? Não se sabe ao certo, ainda, o que aconteceu com os três. A principal hipótese indica que os alpinistas caíram em uma das profundas fendas ou ravinas localizadas a mais de 6 mil metros acima do nível do mar, após tentarem descer devido a complicações de saúde de um dos membros da equipe, segundo o jornal peruano El Comercio. Serra da Canastra: um roteiro por cachoeiras, montanhas e queijos em Delfinópolis, Minas Gerais 1 de 7 Queijos Canastra com diferentes tempos de maturação na premiada Queijaria Vale da Gurita, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Eduardo Maia / O Globo 2 de 7 Cachoeira Maria Cândida, dentro do terreno da Pousada Acqualume, em Delfinópolis, na Serra da Canastra, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 Uma das oito cachoeiras do Complexo Paraíso, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais 4 de 7 Uma das oito cachoeiras do Complexo Paraíso, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 5 de 7 Formações rochosas conhecidas como Condomínio de Pedra, parte do Parque Nacional da Serra da Canastra em Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Eduardo Maia / O Globo 6 de 7 Obra das Arteiras da Canastra, um coletivo de artistas plásticas que produzem peças a partir de folhas e sementes colhidas nas plantações de Delfinópolis, Minas Gerais — Foto: Divulgação / Cezar Félix / Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais X de 7 Publicidade 7 de 7 Caminho do Céu, um dos passeios mais populares em Delfinópolis, oferece ao visitante uma bela vista do Parque Nacional da Serra da Canastra — Foto: Eduardo Maia / O Globo Em Delfinópolis, visitante descobre por que o modo de fazer do Queijo Minas Artesanal acaba de ser declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco