O pé da estátua do Borba Gato, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, ainda guarda resquícios do um incêndio que destruiu parte do monumento há cinco anos —completados nesta sexta-feira (24).
Um buraco no calcanhar da escultura e algumas partes chamuscadas relembram o ataque, ocorrido em um sábado em plena pandemia de Covid-19.
Dois dias após o incêndio, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) recriminou o ato de vandalismo e disse não saber qual seria o valor necessário para restaurar a estátua, mas afirmou que um empresário havia se prontificado a pagar a reforma, o que não foi feito.
"Não vou falar quem é a pessoa, para não propagandear", explicou Nunes. Ele afirmou que o empresário havia entrado em contato com a prefeitura propondo a doação do valor necessário para a restauração da obra.
À época, o monumento ganhou uma limpeza com jato de água. Durante alguns meses, a prefeitura ainda manteve um revezamento de guardas-civis metropolitanos e policiais militares em vigilância permanente no local, mas isso não existe mais.







