O Grupo DUX estrutura, em parceria com a BBS Capital Partners, um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de R$ 100 milhões dedicado à antecipação de recebíveis de criadores de conteúdo, agências e produtoras da economia criativa. O Banco BS2 é o investidor âncora da operação.
O fundo parte de um volume de operações de R$ 140 milhões originadas pela DUX. Segundo a empresa, já foram antecipados R$ 250 milhões em recebíveis para profissionais e empresas do setor, com inadimplência inferior a 0,1%.
A estimativa é de mais de R$ 1 bilhão em demanda reprimida por capital entre criadores e empresas criativas, que costumam esperar de 60 a 120 dias para receber após a entrega de projetos.
A estruturação do FIDC coincide com a transformação da frente financeira do grupo na ANTI, uma nova plataforma que passa a reunir conta digital, Pix, pagamentos, recebimentos, crédito e antecipação de contratos.
O DUX nasceu como uma fintech voltada para a economia criativa, oferecendo crédito e antecipação de recebíveis para um público habituado a prazos de pagamento de 30 a 60 dias. No "rebranding", o grupo dá um novo passo e expande sua atuação para outras frentes do mercado financeiro.











