PUBLICIDADE A taxa do DI com vencimento para janeiro de 2027 subiu de 13,955%, do ajuste da véspera, para 14,045% e a do DI de janeiro de 2031 aumentou de 14,675% a 14,85% Juros futuros sobem ao maior nível em um mês com petróleo a US$ 100 — Foto: Ali Rezaei/Unsplash Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira (23) em alta firme que os levou aos maiores níveis de fechamento em um mês. A ampla pressão sobre a renda fixa doméstica refletiu o comportamento das taxas ao redor do mundo em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e o salto dos preços do petróleo, que voltaram ao patamar de US$ 100 por barril pela primeira vez desde maio. Nesse contexto, os juros futuros não subiram apenas pela piora da percepção de risco dos investidores, mas também pela perspectiva de uma política monetária mais dura por conta do impacto que um petróleo mais caro pode ter sobre a inflação. Com isso, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 subiu de 13,955%, do ajuste da véspera, para 14,045%; a do DI de janeiro de 2028 avançou de 14,22% a 14,41%; a do DI de janeiro de 2029 anotou forte alta de 14,50% para 14,705% e a do DI de janeiro de 2031 aumentou de 14,675% a 14,85%. Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries também subiram em toda a extensão da curva a termo americana: a taxa da T-note de dois anos passou de 4,302% a 4,358%; a da T-note de dez anos avançou de 4,668% para 4,701% e a do T-bond de 30 anos teve alta de 5,153% a 5,169%.