Imagens divulgadas pela Beneath The Waves mostram predadores fragmentando a presa após a caça, em um comportamento nunca documentado antes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Orcas transformam peixe-lua de até duas toneladas em milhares de pedaços durante caça — Foto: Redes Sociais/Kathryn Ayres | Pexels RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 10:06 Orcas nos EUA Fragmentam Peixe-Lua Gigante: Comportamento Inédito Observado Orcas nos EUA exibem comportamento inédito ao fragmentar um peixe-lua de até duas toneladas no Golfo da Califórnia, comportamento capturado pela organização Beneath The Waves. O peixe já estava morto, e as orcas usaram uma técnica que pode facilitar a manipulação e alimentação. Cientistas especulam que pode haver motivações nutricionais ou de mero entretenimento, destacando a complexidade e adaptabilidade desses predadores marinhos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As orcas voltaram a surpreender a comunidade científica com um comportamento de caça inédito. Pesquisadores registraram os mamíferos marinhos investindo contra um peixe-lua já morto com tanta força que o animal se partiu em milhares de pedaços. O episódio foi observado no Golfo da Califórnia e aparece em um vídeo divulgado pela bióloga marinha Kathryn Ayres, cientista da organização Beneath The Waves, que circula nas redes sociais nesta semana. O alvo da estratégia chama atenção pelo porte. O peixe-lua (Mola mola) pode atingir até três metros de comprimento e pesar cerca de duas toneladas. Ainda assim, duas orcas conseguiram fragmentar completamente o corpo do animal. Segundo os pesquisadores, o comportamento foi registrado pela primeira vez em 2024 e voltou a ser observado em 2025, sempre na mesma região. Confira: Orcas despedaçam peixe-lua de até duas toneladas em estratégia inédita Estratégia inédita intriga cientistas De acordo com Kathryn Ayres, a fêmea do grupo segurou a cauda do peixe-lua enquanto um macho acelerou e colidiu contra a presa, soltando-a instantes antes do impacto. Após a fragmentação, os filhotes e juvenis passaram a consumir os pedaços menores, enquanto os adultos se alimentaram do restante da carcaça. — As orcas frequentemente despedaçam suas presas e as compartilham com outros membros do grupo, incluindo filhotes e juvenis — afirmou a pesquisadora. Como o peixe já estava morto antes da colisão, os cientistas acreditam que a técnica não serve para matar a presa, mas para facilitar sua manipulação e alimentação. Outra hipótese é que romper a espessa camada externa do peixe-lua permita maior acesso ao microbioma presente em seus tecidos, o que poderia trazer benefícios nutricionais ou até imunológicos. Veja uma seleção de imagens de baleias avistadas em expedição que sai de Niterói 1 de 5 Baleias são avistadas em expedição que sai de Niterói — Foto: Custódio Coimbra 2 de 5 Baleias são avistadas em expedição que sai de Niterói — Foto: Custódio Coimbra X de 5 Publicidade 5 fotos 3 de 5 Baleias são avistadas em expedição que sai de Niterói — Foto: Custódio Coimbra 4 de 5 Baleias são avistadas em expedição que sai de Niterói — Foto: Custódio Coimbra X de 5 Publicidade 5 de 5 Baleias são avistadas em expedição que sai de Niterói — Foto: Custódio Coimbra Cidade integra rota nacional de migração e promove turismo de conservação Os pesquisadores, no entanto, não descartam uma explicação mais simples. Segundo Ayres, as orcas são conhecidas por brincar com suas presas, e outros grupos já foram observados lançando focas mortas para o alto ou adotando diferentes comportamentos que podem servir tanto como treinamento para os filhotes quanto por diversão. — Coletar boas fotografias de identificação sempre que possível é fundamental: ainda estamos descobrindo novas técnicas de como as orcas caçam e processam suas presas. Eles são um dos predadores marinhos mais icônicos do mundo e, ainda assim, continuam a nos surpreender — disse a cientista. As orcas (Orcinus orca), que pertencem à família dos golfinhos, vivem em grupos sociais complexos e são reconhecidas pela capacidade de desenvolver estratégias especializadas de caça. Ao longo dos anos, cientistas já documentaram ataques coordenados contra baleias, a criação de ondas para derrubar focas de blocos de gelo e, agora, essa nova forma de processar presas de grande porte. Orcas nos EUA despedaçam peixe-lua de até duas toneladas em comportamento nunca registrado — Foto: Reprodução/Redes Sociais