O assessor especial de Lula foi diretor-geral da extinta Embrafilme, entre 1979 e 1982 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Luis Carlos Barreto e Celso Amorim — Foto: Marcelo Piu/Juca Varella O diplomata e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim, que foi diretor-geral da extinta Embrafilme entre 1979 e 1982, em plena ditadura, ficou muito abalado com a morte do amigo, o produtor, diretor e fotógrafo do cinema brasileiro Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos, ocorrida nesta manhã. "Luiz Carlos Barreto nos deixou, mas seu legado vive. Não só nos filmes que produziu, mas também na militância política, na luta pela democracia e na defesa da cultura como base da soberania, hoje tão ameaçada." Também a produtora Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema, diz que hoje é um dia triste para o cinema brasileiro: "Perdemos Barreto. Ele foi incansável na missão de construir um cinema brasileiro constante e poderoso." E completa: "Todos nós perdemos hoje uma liderança que lutava com paixão, e eu perdi um segundo pai. Viva Luiz Carlos! Sempre e para sempre." Como saiu aqui esta semana, o cearense Luiz Carlos Barreto, mais conhecido pela produção de cerca de 70 filmes, entre curtas e longas-metragens, foi também um baita repórter fotográfico. Trabalhou em O Cruzeiro dos anos 1950 até 1963, inclusive como correspondente na Europa. Saudades.
Celso Amorim diz que Barretão lutou pela democracia e pela cultura como base da soberania, hoje ameaçada
O assessor especial de Lula foi diretor-geral da extinta Embrafilme, entre 1979 e 1982








