IA não é o ponto de partida. Produtividade não é o ponto de chegada. O que importa agora é o que a gente faz com a capacidade que sobra No último trimestre, dediquei boa parte do meu tempo em Stanford à indústria de mídia e entretenimento. Queria entender o que estava sendo discutido nos Estados Unidos. E o que disso poderia servir de inspiração para o Brasil.

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