A rede hoteleira espanhola Meliá anunciou nesta terça-feira (21) que deixará de operar totalmente em Cuba a partir do dia 24 de julho diante das "notáveis dificuldades" na ilha comunista, submetida a uma crescente pressão dos Estados Unidos.
As últimas sanções americanas "impossibilitam de fato e de direito uma mínima estabilidade operacional" das atividades, indicou o grupo de Mallorca, em um comunicado enviado ao órgão regulador do mercado de valores espanhol.
A Meliá já havia informado no início de junho que deixaria de administrar 15 de seus hotéis em Cuba, seguindo o exemplo de outras empresas estrangeiras que estavam cortando seus vínculos com o conglomerado econômico-militar cubano Gaesa, sancionado por Washington.
Naquele momento, a empresa espanhola não havia citado outros 19 hotéis que tinha em Cuba e que continuava operando com o Ministério do Turismo.
Mas na semana passada, o governo do presidente americano Donald Trump anunciou novas sanções contra várias entidades cubanas, incluindo o Ministério do Turismo, como parte da campanha de pressão econômica contra a ilha comunista.












