A continuidade dos ataques entre os Estados Unidos e o Irã, que levou o petróleo a subir mais 2% no pregão, segue no radar dos participantes do mercado Placa de Wall Street — Foto: Michael Nagle/Bloomberg Os principais índices de ações de Nova York fecharam em alta, com impulso das ações de fabricantes de chips e semicondutores, que recuperam perdas recentes, enquanto os investidores se preparam para a temporada de balanços de empresas ao longo desta semana. A continuidade dos ataques entre os Estados Unidos e o Irã, que levou o petróleo a subir mais 2% no pregão, segue no radar dos participantes do mercado, mas ficou em segundo plano para as bolsas nesta terça-feira. No fechamento, o índice Dow Jones teve alta de 0,74%, aos 52.223,93 pontos, o S&P 500 subiu 0,89%, aos 7.509,21 pontos, e o Nasdaq avançou 1,29%, aos 25.837,207 pontos. As bolsas voltam a se aproximar de suas máximas históricas, na medida em que as fabricantes de chips e semicondutores voltaram a ganhar força nos últimos dias, após um recente movimento de correção. O setor de tecnologia (+2,35%) liderou as altas de maneira consistente durante o pregão, com os investidores no aguardo da temporada de balanços. No Oriente Médio, os preços do petróleo fecharam em alta de 2% nesta terça-feira, com o contrato futuro do Brent, a referência mundial, superando os US$ 90 por barril. Os Estados Unidos e o Irã seguem trocando ataques e não há perspectiva de retomada das negociações de paz. O presidente americano, Donald Trump, disse que o Irã estava "desesperado" para retomar as conversas, o que posteriormente foi negado pelas autoridades iranianas. "Eles estão desesperados para se reunir e, até que estejam prontos para uma reunião realmente significiativa, não temos interesse", ele disse. Do outro lado, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse que não irá abandonar a diplomacia, mas também não será forçado de volta para a mesa de negociações enquanto estiver sob ataque. Em uma entrevista publicada em um canal no Telegram, ele afirmou que o controle do Estreito de Ormuz é visto pelo Irã como uma fonte de poder de barganha sobre os Estados Unidos.
Bolsas sobem em NY com impulso de chips e semicondutores apesar de tensões no Oriente Médio
A continuidade dos ataques entre os Estados Unidos e o Irã, que levou o petróleo a subir mais 2% no pregão, segue no radar dos participantes do mercado






