Com um discurso de improviso, curto e emocional, Andy Burnham, 56, assumiu o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido nesta segunda-feira (20), em Londres. Lembrou que era o sétimo premiê a assumir o país nos últimos dez anos, "tornando este um momento de reflexão e de novas resoluções".
E aproveitou para citar uma delas: abrigar as pessoas que dormem nas ruas do país, promessa que não conseguiu cumprir como prefeito de Manchester. "É sobre colocar os valores e os padrões corretos no centro da administração", declarou.
Também é sobre alçar uma política social às manchetes dos sites e jornais britânicos, feito que Burnham alcançou. Ele é conhecido por manter uma boa comunicação com o público, um dos pontos mais criticados do agora antecessor Keir Starmer.
Horas antes do discurso em frente ao número de 10 de Downing Street e de ter aceitado o convite do rei Charles 3º para montar um novo governo, no Palácio de Buckingham, o novo primeiro-ministro já tinha explicado que retomaria em âmbito nacional a política que buscou implementar como prefeito. E para qual contribuiu com 15% de seu salário desde 2017, quando assumiu a gestão da região metropolitana 300 km ao norte de Londres.
A fatia de doação continuará saindo do salário mais alto agora, de primeiro-ministro.











