Resultado se explica principalmente por maiores vendas de veículos leves novos e pela recuperação do segmento de caminhões e ônibus, afirma a empresa Concessionária de veículos da Automob — Foto: Reprodução/Automob A Automob obteve uma receita bruta de R$ 3,68 bilhões no segundo trimestre de 2026, montante 13,1% superior ao dos três primeiros meses do ano. As informações preliminares, ainda não auditadas, foram divulgadas pela controlada da Simpar, na manhã desta segunda-feira (20). Confira os resultados e indicadores da Simpar e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O maior faturamento se explica principalmente por maiores vendas de veículos leves novos e por uma recuperação do segmento de caminhões e ônibus, afirma a empresa. Entre abril e junho, o volume de veículos leves novos vendidos no varejo cresceu 14,3% na base anual. Considerando apenas as lojas abertas há pelo menos um ano, o aumento foi de 22,6%. As vendas de leves usados apresentaram uma alta 11,6% e de 23,5% nas "mesmas lojas". Entre os veículos pesados, as vendas avançaram 14,9% na comparação anual, somando 2.277 unidades. Em relação ao primeiro trimestre de 2026, o volume cresceu 45%, “impulsionado pela renovação do Programa Move Brasil e normalização do repasse das linhas de crédito do programa, cujo período inicial havia impactado negativamente as vendas de janeiro e fevereiro de 2026”, afirma a Automob. A companhia ainda vendeu 337 máquinas agrícolas, o que representa um declínio de 24,4% em relação ao segundo trimestre do ano passado. O resultado está em linha com a política comercial de priorizar a recuperação da rentabilidade, à medida que a margem bruta da divisão voltou ao patamar de dois dígitos, diz a Automob. Na comparação com 2025, o valor líquido investido pela empresa caiu 76,7%, em um reflexo da “conclusão da modernização da rede de lojas com foco no ciclo de extração de todo potencial e geração de valor”.
Automob tem receita bruta de R$ 3,68 bi no 2º tri, 13,1% superior à dos três primeiros meses do ano
Resultado se explica principalmente por maiores vendas de veículos leves novos e pela recuperação do segmento de caminhões e ônibus, afirma a empresa








