Equipe de Luis de la Fuente limitou Messi, dominou o território e concedeu apenas dois chutes no alvo aos rivais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lateral-esquerdo Marc Cucurella sagrou-se campeão mundial pela Espanha neste domingo após vitória por 1 a 0 sobre a Argentina — Foto: Patricia de Melo Moreira/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/07/2026 - 06:37 Espanha supera Argentina e conquista Copa do Mundo 2026 com tática impecável A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 na final da Copa do Mundo de 2026, destacando-se pelo domínio tático. Sob o comando de Luis de la Fuente, a equipe neutralizou Lionel Messi e limitou a Argentina a apenas dois chutes no alvo em 120 minutos. A estratégia espanhola de pressão alta e recuperação rápida de posse foi crucial, com Unai Simón atuando como líbero. Messi, isolado, encontrou dificuldades frente a uma defesa avançada e compacta. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina, na final da Copa do Mundo de 2026, foi construída muito além do gol do título. A equipe comandada por Luis de la Fuente transformou a decisão em uma demonstração de controle coletivo, neutralizando Lionel Messi e impedindo a atual campeã mundial de ameaçar o gol espanhol durante praticamente toda a partida. O dado resume o domínio espanhol: a Argentina levou 116 minutos para acertar sua primeira finalização na direção do gol. Em toda a decisão, disputada ao longo de 120 minutos, foram apenas dois chutes no alvo da equipe de Lionel Scaloni. Embora a Espanha tenha encerrado o torneio como a seleção com mais posse de bola, passes certos e finalizações, foi sem a bola que construiu boa parte do caminho até o bicampeonato. O sistema de pressão alta funcionou desde os primeiros minutos, reduzindo o tempo de reação dos argentinos e forçando erros ainda no campo de defesa. Sempre que perdia a posse, a equipe espanhola iniciava imediatamente uma contra-pressão para recuperar a bola. Segundo dados do FIFA Football Performance Insights, a Espanha liderou o Mundial neste fundamento, com 51 recuperações de posse nos dois segundos seguintes à perda da bola. Somente na final foram seis recuperações desse tipo. Espanha é finalista da Copa do Mundo 2026 1 de 20 Yamal e Digne disputam a bola em lance do pênalti para a Espanha contra a França — Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFP 2 de 20 Pedro Porro comemora segundo gol da Espanha sobre a França na semifinal da Copa do Mundo — Foto: Paul ELLIS / AFP X de 20 Publicidade 20 fotos 3 de 20 Rodri, da Espanha, disputa bola com Olise, da França — Foto: Lars Baron/Getty Images/AFP 4 de 20 Pedro Porro comemora classificação da Espanha para a final da Copa do Mundo — Foto: MAURO PIMENTEL / AFP X de 20 Publicidade 5 de 20 O atacante espanhol número 21, Mikel Oyarzabal, comemora após marcar o primeiro gol da Espanha durante a partida semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre França e Espanha — Foto: Aric Becker / AFP 6 de 20 Espanha comemora classificação à final da Copa do Mundo 2026 — Foto: Florencia Tan Jun / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP X de 20 Publicidade 7 de 20 Lamine Yamal em entrevista coletiva com a seleção da Espanha — Foto: Mauro Pimentel/AFP 8 de 20 De pênalti, Oyarzabal abre o placar para a Espanha diante da França — Foto: Lars Baron / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP X de 20 Publicidade 9 de 20 Merino comemora gol da Espanha sobre a Bélgica nas quartas de final da Copa — Foto: David Ramos / Getty Images via AFP 10 de 20 Lamine Yamal, da Espanha, domina a bola contra Maxim De Cuyper, da Bélgica — Foto: Getty Images via AFP X de 20 Publicidade 11 de 20 Fabian Ruiz (nº 8), da Espanha, comemora com Dani Olmo (nº 10) e Marc Cucurella (nº 24) após marcar o primeiro gol da equipe. — Foto: Getty Images via AFP 12 de 20 Time da Espanha na Copa do Mundo — Foto: ROBERTO SCHMIDT / AFP X de 20 Publicidade 13 de 20 Marc Cucurella, recém contratado pelo Real Madrid, chegando com a delegação da Espanha no estádio de Los Angeles — Foto: Florencia Tan Jun/Getty Images via AFP 14 de 20 Unai Simon ajudou a Espanha a conquistar recorde mundial como seleção a ficar mais tempo sem sofrer gols em Copas — Foto: Ulises RUIZ/AFP X de 20 Publicidade 15 de 20 Ferran Torres, camisa 7 da Espanha, inspeciona o gramado com seus companheiros de equipe antes da partida das quartas de final da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Espanha e Bélgica — Foto: LUKE HALES / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP 16 de 20 Lamine Yamal em Espanha x Áustria — Foto: VALERIE MACON / AFP X de 20 Publicidade 17 de 20 Rodri (E) e Lamine Yamal (D), da Espanha, comemorando gol diante da Arábia Saudita, na fase de grupos da Copa do Mundo — Foto: Justin Setterfield/Getty Images/AFP 18 de 20 Cristiano Ronaldo e Lamine Yamal após Espanha eliminar Portugal na Copa do Mundo — Foto: Kevin C. Cox / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP X de 20 Publicidade 19 de 20 Mikel Oyarzabal comemora com Alex Baena o primeiro gol da Espanha — Foto: Getty Images via AFP 20 de 20 Nico Williams, da Espanha, atuando na Copa do Mundo — Foto: ROBERTO SCHMIDT / AFP X de 20 Publicidade Rodri, Yamal e companhia venceram a França de Mbappé na semifinal A estratégia deixou Messi praticamente isolado. O camisa 10 recebeu poucas bolas em condições favoráveis, foi mantido distante da área e constantemente cercado por Marc Cucurella, Pedri e outros jogadores que fechavam rapidamente os espaços. Mesmo quando tentava acelerar em transições, encontrava uma defesa adiantada e um goleiro preparado para atuar fora da área. Unai Simón foi peça importante nesse mecanismo. Criticado antes do Mundial pela disputa da posição com David Raya, o goleiro justificou a confiança de De la Fuente ao atuar como um verdadeiro líbero. Sempre atento às bolas lançadas nas costas da defesa, liderou o torneio em ações defensivas realizadas fora da área, impedindo que a Argentina encontrasse profundidade. A postura agressiva também permitiu que a linha defensiva espanhola permanecesse alta durante praticamente todo o jogo. Sempre compacta, a equipe diminuía os espaços entre os setores e cercava imediatamente o portador da bola, dificultando qualquer tentativa de construção argentina. Sem conseguir trocar passes pelo meio, a seleção de Scaloni passou a recorrer a lançamentos longos. A alternativa, porém, pouco funcionou. Julián Álvarez travou disputas constantes contra os zagueiros espanhóis, enquanto Messi, aos 39 anos, já não tinha a explosão necessária para atacar os espaços deixados às costas da defesa. O reflexo apareceu nos números. Antes da prorrogação, a Argentina havia registrado apenas 39 toques no terço ofensivo do campo, uma das menores marcas de toda a Copa do Mundo. Apenas Cabo Verde, justamente diante da Espanha, e o Catar, que atuou boa parte de uma partida com dois jogadores a menos, produziram menos nesse fundamento durante o torneio. O domínio territorial também evidenciou a superioridade espanhola. A maior parte da posse argentina ocorreu em seu próprio campo, enquanto Emiliano Martínez acumulou toques na pequena área durante a saída de bola, pressionado pela marcação adversária. Quando conseguia ultrapassar a primeira linha, a