Cenário traçado no início do ano virou e poucos gestores superaram o CDI Landi, da Adam: lema é não se atrapalhar com Brasil e privilegiar IA — Foto: Leo Pinheiro/Valor O primeiro semestre de 2026 foi em geral hostil para os gestores de multimercados macro, que movem suas carteiras conforme a leitura de cenários para o Brasil ou para o exterior. Com a virada de expectativas a partir da guerra no Irã, no fim de fevereiro, boa parte da carteira planejada no início do ano caiu por terra. Localmente, o principal mote para os posicionamentos se pautava na redução da Selic, o que favoreceria as estratégias direcionais ligadas a juros, bolsa e até o real, o chamado “kit Brasil”.
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