Gestores reduziram posições e privilegiaram operações de curto prazo diante das incertezas Luiz Parreiras, da Verde: posições cautelosas em ações — Foto: Rogerio Vieira/Valor Há um sinal de alerta que tem soado cada vez mais alto na Faria Lima: o sentimento dos investidores não conversa com as posições nas carteiras. Os participantes do mercado continuam comprados em Brasil, mas o tamanho das apostas é menor e o perfil tático tem ganhado cada vez mais força. Se o sinal extraído dos portfólios é positivo, o sentimento é cada vez mais negativo e se baseia na expectativa de piora externa e doméstica, que tem reforçado a sensação de que, neste fim de ano, o Brasil pode sofrer uma versão 2.0 da crise observada na reta final de 2024.

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