Na cidade de Nova York, espécie de capital da migração nos Estados Unidos a uma hora do estádio da final da Copa do Mundo, a competição serviu de alívio e conforto para os imigrantes. Coube a muitos deles darem o tom do ânimo para o mundial no país.
Em uma região onde é outro futebol, o americano, aquele que mais faz sucesso, a chegada da Copa reaproximou imigrantes de suas paixões de infância e proporcionou mais momentos com pessoas da mesma nacionalidade para assistir aos jogos.
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Deu-lhes, também, algum alívio e lazer em um momento de tensão para boa parte da comunidade estrangeira devido às políticas da Casa Branca que visam a limitar as possibilidades migratórias.







