O Parlamento japonês aprovou nesta sexta-feira (17) uma reforma da lei de sucessão imperial, mas manteve a proibição de que uma mulher se torne imperatriz, apesar de as pesquisas sugerirem que essa medida teria amplo apoio popular.
O futuro da Casa Imperial japonesa, que segundo a lenda descende de Amaterasu, a deusa do sol, depende atualmente do príncipe Hisahito, de 19 anos, sobrinho do atual imperador Naruhito, de 66.
Se Hisahito, que não é casado e começou recentemente a estudar biologia e entomologia, não tiver um filho homem, a linha de sucessão seria extinta por não haver um herdeiro, segundo as regras vigentes.
A reforma, aprovada por ampla maioria na Câmara japonesa, autoriza a adoção de parentes masculinos distantes maiores de 15 anos para que voltem a fazer parte da família imperial, desde que sejam solteiros.
Também permite que as mulheres conservem seu status real após se casarem com um plebeu, algo que já é permitido para os homens.










