0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Bolsonaro participa de evento da CNI, em Brasília — Foto: Cristiano Mariz RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 13:05 Defesa de Flávio Bolsonaro pede mais prazo para depoimento em inquérito sobre calúnia a Lula A defesa de Flávio Bolsonaro solicitou a prorrogação do prazo para seu depoimento no inquérito onde é acusado de caluniar Lula. A Polícia Federal tentou agendar a oitiva, mas a defesa não escolheu data. Alegam "incompatibilidade de agendas" devido ao curto prazo e compromissos de pré-campanha. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, que decidirá sobre a extensão. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A defesa do senador Flávio Bolsonaro pediu a extensão do prazo para que ele seja ouvido no inquérito em que foi indiciado por caluniar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Flávio requereu que a Polícia Federal disponibilize novas datas para a oitiva, "com antecedência razoável", para o devido agendamento do procedimento. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes pela Polícia Federal nesta quinta. A corporação diz que tentou agendar a oitiva de Flávio Bolsonaro no prazo de dez dias concedidos pelo relator, mas que não houve escolha de data e horário, por parte da defesa, para a tomada do depoimento. Os advogados então pediram à própria PF para que fosse prorrogado o prazo para a realização da oitiva. Agora, a solicitação foi repassada a Moraes, a quem caberá decidir sobre a prorrogação. Na solicitação, a defesa de Flávio nega que haja "descaso" com a PF em razão da "impossibilidade" de o senador prestar depoimento dentro do prazo de dez dias dado por Moraes. Segundo os advogados, há uma "incompatibilidade de agendas" relacionada a dois fatores: o "curto intervalo" de tempo fixado para a diligência; e as atividades de pré-campanha à Presidência da República, que inclui "inúmeras viagens, deslocamentos e compromissos fixados com grande antecedência". A defesa ainda alfinetou os investigadores, sustentando que o inquérito sobre o senador "tramita com velocidade ímpar". Em razão do ritmo, aumentar o prazo para a tomada de depoimento não implicaria em "prejuízo" para a investigação, alegam os advogados.