Avaliado em R$ 10 milhões, imóvel três andares ocupa uma área muito superior à permitida pela legislação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Construção de mansão embargada no Joá nunca foi demolida — Foto: Foto do leitor Três anos após ser embargada pela Prefeitura do Rio, a estrutura de uma mansão construída irregularmente no Joá continua de pé, apesar de decisões administrativas, como o cancelamento da licença, de um laudo da Secretaria Municipal de Urbanismo recomendando a demolição do imóvel e de um compromisso firmado pelo proprietário com o Ministério Público Federal para adequá-lo à legislação. O imóvel, que já foi avaliado em R$ 10 milhões, fica no Joá, um dos bairros mais valorizados do Rio, entre São Conrado e a Pedra da Gávea, numa região marcada por mansões e pela proximidade com áreas de proteção ambiental do Parque Nacional da Tijuca. Construção no Joá — Foto: Foto do leitor Erguida na Rua Alberto Woolf Teixeira, a construção foi alvo de denúncias de associações de moradores ao Ministério Público Federal. Segundo a prefeitura, o casarão de três andares ocupa uma área muito superior à permitida pela legislação. A taxa de ocupação do terreno seria apenas 10%. Em julho de 2022, o Iphan indeferiu o projeto por descumprimento das normas do órgão. Mesmo sem autorização, as obras prosseguiram. Posteriormente, em 2024, o proprietário assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPF, comprometendo-se a demolir parte da construção para adequá-la à legislação. Os moradores reclamam que a construção embargada agride a paisagem protegida pela legislação ambiental.
No Joá, três anos após embargo da Prefeitura, mansão irregular continua intocada
Avaliado em R$ 10 milhões, imóvel três andares ocupa uma área muito superior à permitida pela legislação






