Secretário de Estado americano também afirmou que o presidente do Brasil adotou políticas econômicas que 'são prejudiciais tanto para americanos quanto para brasileiros' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Secretário de Estado, Marco Rubio — Foto: Brendan Smialowski / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 00:59 Críticas de Marco Rubio a Lula geram tensão comercial entre EUA e Brasil O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, criticou o presidente Lula, alegando que suas políticas econômicas prejudicam tanto brasileiros quanto americanos. Rubio afirmou que Lula priorizou seu ego sobre um acordo benéfico, resultando em tarifas de 25% sobre importações brasileiras. A decisão dos EUA isentou produtos-chave como carne e suco de laranja, mas ameaça a competitividade brasileira. O governo Lula promete acionar a Lei de Reciprocidade em resposta. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O secretário de Estado americano, Marco Rubio, usou as redes sociais para criticar o presidente Lula, afirmando que as políticas econômicas adotadas por ele "são prejudiciais tanto para os americanos quanto para os brasileiros" e que ele "colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo". "Hoje, o presidente Trump instruiu o USTR a impor uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. Que não haja dúvidas sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé. Suas políticas econômicas são prejudiciais tanto para os americanos quanto para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso", publicou Rubio em sua conta no X. A postagem de Rubio foi publicada pouco após os EUA publicarem, na madrugada desta quinta-feira, a decisão de aplicar uma tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com uma lista de exceções que abrange produtos importantes da pauta de exportações do Brasil, como carne e suco de laranja. A medida entra em vigor na semana que vem, em 22 de julho. Manifestantes protestam pela taxação dos super-ricos e contra tarifas de Trump 1 de 8 Protesto tinha sido convocado inicialmente com os temas da taxação dos super-ricos, da crítica ao Congresso — Foto: Edilson Dantas / O Globo 2 de 8 Manifestantes também levaram cartazes com críticas ao Congresso — Foto: Edilson Dantas / O Globo X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 Manifestantes fizeram protesto na Avenida Paulista, em São Paulo — Foto: : Edilson Dantas / O Globo 4 de 8 Cartazes com críticas a Trump dominaram o protesto na Paulista — Foto: Edilson Dantas / O Globo X de 8 Publicidade 5 de 8 Ato foi organizado pela Frente Povo Sem Medo e pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) — Foto: Edilson Dantas / O Globo 6 de 8 Cartaz crítico a Trump, no ato em SP — Foto: Edilson Dantas / O Globo X de 8 Publicidade 7 de 8 Cartaz critica ingerência externa no país, no ato da esquerda, em São Paulo — Foto: Edilson Dantas / O Globo 8 de 8 Manifestante pede o fim da escala de trabalho 6 por 1 — Foto: Edilson Dantas / O Globo X de 8 Publicidade Ato organizado por movimentos de esquerda foi realizado na Avenida Paulista A decisão foi tomada após a investigação da Seção 301 pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). A investigação tratava de acusações sobre supostas práticas desleais de comércio e apurava se ações do Brasil, como o uso do Pix, o desmatamento ilegal e a dificuldade dos EUA em ter acesso ao mercado de etanol brasileiro, prejudicariam as empresas brasileiras. A taxação deixará de fora laranja, suco de laranja, carne, café, petróleo e gás, além de peças e componentes aeroespaciais. Todos esses são produtos importantes da pauta de exportações brasileiras para os EUA. Um alto funcionário da Casa Branca explicou que, no caso da carne, o objetivo é garantir o abastecimento do mercado americano. Em entrevista reservada a jornalistas antes da publicação da medida, um alto funcionário da Casa Branca afirmou que o governo americano segue negociando com o Brasil. A entrevista foi concedida às 21h30 de quarta-feira, sob a condição de que as informações só seriam veiculadas após a nova tarifa ser publicada no Diário Oficial do governo americano.
Lula não negociou de boa-fé com os EUA e colocou ego acima de acordo, diz Rubio
Secretário de Estado americano também afirmou que o presidente do Brasil adotou políticas econômicas que 'são prejudiciais tanto para americanos quanto para brasileiros'














