A Suprema Corte de Israel suspendeu, nesta quarta-feira 15, uma lei, aprovada na véspera, que impede a prisão de homens ultraortodoxos que evitam o serviço militar.
O tribunal informou ter emitido uma ordem para suspender temporariamente a aplicação da lei após políticos da oposição, como Yair Lapid e Avigdor Liberman, apresentarem um recurso.
A aprovação da lei na terça-feira provocou críticas em um momento em que o Exército enfrenta falta de efetivos.
A Suprema Corte explicou ter suspendido a aplicação da norma porque ela se destina apenas a uma parcela da população e acrescentou que realizará as audiências do caso o mais rápido possível.
A comunidade ultraortodoxa se opõe a que seus integrantes cumpram o serviço militar obrigatório aplicado à população de Israel. Alega, por exemplo, que o alistamento afastaria os jovens dos estudos religiosos e poderia afetar seu modo de vida e seus costumes.










