O Parlamento de Israel aprovou, na terça-feira (14), uma lei para suspender a prisão de estudantes ultraortodoxos que se recusarem a cumprir o serviço militar, medida que provocou críticas da oposição diante da escassez de efetivo enfrentada pelas Forças Armadas.
O projeto de lei foi aprovado em suas duas últimas votações por 58 votos a 54, poucos dias antes de o Knesset, o Parlamento unicameral israelense de 120 cadeiras, ser dissolvido para as eleições de 27 de outubro.
Durante meses, o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu conduziu negociações tensas sobre o tema com os partidos ultraortodoxos que apoiam seu governo.
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