Durante muitos anos, desconfortos na região íntima feminina foram tratados como algo que as mulheres simplesmente precisavam suportar. Dor ao usar roupas apertadas, incômodo durante a prática de atividade física, alterações provocadas pela menopausa ou episódios recorrentes de infecções acabavam sendo encarados como consequências naturais do corpo. Hoje, porém, a medicina mostra que muitos desses sintomas podem ser prevenidos ou tratados, desde que sejam corretamente investigados.

Com mais informação e menos tabus, cresce também o número de mulheres que procuram orientação especializada para entender sinais que interferem na qualidade de vida, na rotina e até na vida sexual. Ginecologistas alertam que o primeiro passo é abandonar a ideia de que sentir desconforto faz parte da vida.

Abaixo, confira situações que não devem ser normalizadas quando se trata de saúde íntima.

1. Dor ao caminhar, usar legging ou permanecer sentada por muito tempo merece investigação

Embora muitas mulheres convivam durante anos com esse tipo de desconforto, ele não deve ser encarado como algo inevitável. Em alguns casos, alterações anatômicas da região íntima podem provocar dor constante, atrito com as roupas e limitar atividades simples do dia a dia.