Estudo de órgão da ONU e da UFMG aponta que benefícios para o mercado de trabalho superam gasto com assistência social Os venezuelanos Nehomar Alonso Diaz Martinez (esq.) e Santiago Abraham participam de formação profissional em Manaus — Foto: Alef Kaf/Acnur A presença de refugiados e imigrantes no mercado de trabalho brasileiro gera mais benefícios do que o custo com o acolhimento dessas pessoas no primeiro momento da chegada ao país. É o que indica o estudo “Impactos Econômicos e Sociais da Inserção e Contratação de Pessoas Refugiadas e Migrantes no Brasil”, feito pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) junto com o Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar/UFMG) com apoio do Pacto Global da ONU.

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