Indústria precisa transformar diferencial da matriz elétrica limpa em competitividade, avaliam participantes de mesa redonda Ricardo Cardoso (Klabin, à esq.), Carlos José Grillo (WEG), Marisete Dadald Pereira (Abrage) e João Sorima (O Globo) — Foto: Gabriel Reis/Valor Ter uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo não tem sido suficiente para garantir vantagem competitiva à indústria brasileira. Depois de ampliar a participação das fontes renováveis na geração de eletricidade, o desafio agora é transformar esse diferencial em competitividade. O tema foi debatido no evento “Transição Energética - Energia e Indústria: como descarbonizar sem perder competitividade”, promovido pelo Valor e por O Globo, em São Paulo.

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Transição energética na indústria demanda 'cardápio' variado de fontes de energia, dizem executivos

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