Números do índice de preços ao consumidor (CPI) de junho reforçaram apostas de manutenção nas taxas americanas O alívio da inflação ao consumidor nos Estados Unidos reduziu os temores de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) precise voltar a apertar a política monetária nos próximos meses, impulsionando o apetite por risco e favorecendo os ativos domésticos na sessão de ontem. O movimento levou o real a registrar o melhor desempenho entre as 33 moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor, além de impulsionar a bolsa brasileira e provocar uma queda dos juros futuros.
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Bancos e big techs surfam a mesma onda
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