Contra Sérgio Ferreira dos Santos, que é policial civil aposentado, foi expedido um mandado de prisão 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fachada do prédio do Ministério Público do Rio de Janeiro — Foto: MPRJ/Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/07/2026 - 09:47 Subsecretário de Turismo de Búzios é Alvo de Denúncia por Corrupção em Festas Náuticas O subsecretário de Turismo de Búzios, Sérgio Ferreira dos Santos, foi alvo do MPRJ por um esquema de corrupção relacionado à autorização de festas em barcos. O Gaeco denunciou quatro pessoas, incluindo Santos, por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. Eles cobravam valores para permitir eventos sem alvará. Foram expedidos mandados de prisão e busca, além de suspensão das funções e sequestro de bens. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou quatro pessoas, entre elas o policial civil aposentado e atual subsecretário municipal de Turismo de Armação dos Búzios, Sérgio Ferreira dos Santos, por suspeita de integrar um esquema de corrupção voltado à autorização de festas em barcos no município, localizado na Região dos Lagos. A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), cumpriu, nesta terça-feira, mandados de prisão preventiva contra Santos e o coordenador de Trânsito e Transporte de Búzios, Igenes Lopes Santos Filho, conhecido como Geninho e atual presidente da CooperBúzios. Os denunciados respondem por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com o MP, eles cobravam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil para permitir a realização dos eventos sem a expedição formal de alvará e deixar de fiscalizá-los. As investigações apontaram ao menos 38 episódios nos quais o crime de corrupção foi praticado, afirma o Ministério Público, no esquema que teria funcionado entre janeiro de 2021 e março de 2026. Além das prisões preventivas, o Juízo da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa determinou, o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos quatro denunciados. A Justiça decretou, ainda, a suspensão do exercício das funções públicas e o sequestro de bens dos acusados até o limite de R$ 500 mil. A Prefeitura de Búzios foi procurada para comentar as prisões mas ainda não enviou resposta.