PUBLICIDADE Missão da agência espacial permitiu refinar os cálculos sobre a trajetória objeto, um dos mais acompanhados pelos cientistas por representar um potencial risco futuro para o planeta 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Imagem divulgada pela NASA mostra o asteroide Bennu durante a missão OSIRIS-REx. Com cerca de 500 metros de diâmetro, o objeto é monitorado pela agência espacial por representar um potencial risco de impacto com a Terra no futuro — Foto: Divulgação/NASA RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 10:17 NASA Aperfeiçoa Previsões de Impacto do Asteroide Bennu Até 2300 A NASA refinou cálculos sobre a trajetória do asteroide Bennu, que pode liberar energia equivalente a 22 bombas nucleares se colidir com a Terra. Monitorado há anos, Bennu tem uma chance de impacto de 0,057% até 2300, com data mais provável em 24 de setembro de 2182. A missão OSIRIS-REx ajudou a calcular melhor a órbita do asteroide, essencial para a defesa planetária e estratégias de prevenção. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A possibilidade de um asteroide atingir a Terra voltou a viralizar nas redes sociais nos últimos dias. Um dos principais objetos monitorados pela Nasa é o Bennu, um asteroide de cerca de 500 metros de diâmetro, capaz de liberar uma energia equivalente à de 22 bombas nucleares em caso de impacto, que cruza periodicamente a órbita terrestre e cuja trajetória é acompanhada há anos por cientistas. Segundo os cálculos mais recentes da agência espacial, a data que concentra a maior probabilidade de um eventual impacto é 24 de setembro de 2182. Isso, porém, está longe de significar que uma colisão seja esperada. De acordo com a Nasa, a probabilidade total de Bennu atingir a Terra até o ano de 2300 é de aproximadamente 1 em 1.750, ou 0,057%. Já para 24 de setembro de 2182, a chance é de cerca de 1 em 2.700, equivalente a 0,037%. Em outras palavras, há mais de 99,9% de probabilidade de que o impacto não aconteça. Como a NASA calcula o risco de impacto Os números são resultados de um refinamento inédito dos cálculos da órbita do asteroide, obtido graças à missão OSIRIS-REx. Lançada em 2016, a sonda chegou a Bennu em 2018 e permaneceu por mais de dois anos estudando detalhadamente o objeto. Durante esse período, mediu sua forma, massa, rotação, composição e outros fatores que influenciam sua trajetória ao redor do Sol. Missão Artemis II alcança maior aproximação lunar em 50 anos 1 de 11 Imagens inéditas da face oculta da lua são registradas — Foto: NASA / AFP 2 de 11 Terra se pôs atrás da Lua — Foto: Divulgação / Nasa X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Artemis II: astronautas registram 'pôr da Terra' em imagem inédita ao redor da Lua — Foto: Nasa 4 de 11 Astronautas observaram um eclipse solar ao emergirem do outro lado da Lua. — Foto: Divulgação / Nasa X de 11 Publicidade 5 de 11 Imagem do solo lunar divulgada pela Nasa dia 6 de abril de 2026 — Foto: NASA / AFP 6 de 11 Cratera Vavilov vista da espaçonave Orion — Foto: NASA / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Terra se pondo sobre a borda da Lua, vista da espaçonave Orion — Foto: NASA / AFP 8 de 11 Missão Artemis II alcança maior aproximação lunar em 50 anos — Foto: NASA / AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Missão Artemis II alcança maior aproximação lunar em 50 anos — Foto: NASA / AFP 10 de 11 Missão Artemis II alcança maior aproximação lunar em 50 anos — Foto: NASA / AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Missão Artemis II alcança maior aproximação lunar em 50 anos — Foto: NASA/AFP Nasa divulga imagens inéditas da face oculta da Lua Em outubro de 2020, a missão realizou uma operação histórica ao coletar amostras da superfície do asteroide. O material retornou à Terra em 24 de setembro de 2023 e continua sendo analisado por pesquisadores. Além de fornecer pistas sobre a formação do Sistema Solar, essas amostras ajudam os cientistas a compreender melhor as propriedades físicas de Bennu e os efeitos que podem alterar sua órbita ao longo do tempo. Outro momento considerado decisivo pelos especialistas ocorrerá em 2135. Naquele ano, Bennu fará uma aproximação significativa da Terra. Segundo a Nasa, essa passagem não oferece risco de colisão, mas a gravidade do planeta poderá modificar levemente a órbita do asteroide. A intensidade dessa alteração determinará com mais precisão quais serão suas trajetórias nas décadas seguintes e permitirá atualizar as estimativas de risco para os séculos futuros. A precisão dessas previsões depende de fatores extremamente complexos. Além da gravidade exercida pelos planetas, a órbita de Bennu sofre influência do chamado efeito Yarkovsky, um fenômeno provocado pela absorção e posterior emissão de calor pelo asteroide. Embora produza uma força muito pequena, ela é suficiente para alterar lentamente sua trajetória ao longo de décadas e séculos. As observações da OSIRIS-REx permitiram que esse efeito fosse calculado com muito mais precisão. Segundo a Nasa, esse avanço representa um marco para os programas de defesa planetária. Quanto mais precisamente a órbita de um asteroide potencialmente perigoso é conhecida, maior é a capacidade de prever aproximações futuras e, se necessário, desenvolver estratégias para evitar uma colisão.
Asteroide capaz de liberar energia equivalente à de 22 bombas nucleares entra no radar da Nasa; entenda
Missão da agência espacial permitiu refinar os cálculos sobre a trajetória objeto, um dos mais acompanhados pelos cientistas por representar um potencial risco futuro para o planeta







