Objeto 152637 (1997 NC1), classificado como potencialmente perigoso, se aproxima a cerca de 6,8 distâncias lunares e deve atingir magnitude 10, visível com pequenos telescópios 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Imagem ilustrativa de um asteroide próximo à Terra — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/06/2026 - 17:07 Asteroide "potencialmente perigoso" passa perto da Terra este fim de semana Um asteroide de até 1,5 km, identificado como 152637 (1997 NC1), passará próximo à Terra neste fim de semana, atingindo magnitude 10, visível com telescópios pequenos. Classificado como "potencialmente perigoso", ele estará a 6,8 distâncias lunares. A Nasa usará a aproximação para estudos detalhados. Eventos assim são raros, com nova passagem prevista apenas para 2133. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um asteroide de grande porte fará sua maior aproximação da Terra em mais de 400 anos neste sábado, 27 de junho. O objeto, identificado como 152637 (1997 NC1), chama a atenção pelo tamanho, estimado entre 900 metros e 1,5 km de diâmetro. O asteroide foi classificado pelo Minor Planet Center como "potencialmente perigoso", mas não há risco de colisão com o planeta. A aproximação ocorrerá a cerca de 0,017 unidades astronômicas, o equivalente a aproximadamente 6,8 distâncias da Lua, ou cerca de 2,5 milhões de quilômetros da Terra. Descoberto em 1997 pelo programa Neat, no Havaí, o objeto será monitorado de perto por redes internacionais de observação. A Nasa pretende aproveitar o evento para refinar medições sobre o tamanho, composição e comportamento orbital do asteroide, já que os dados atuais são considerados inconsistentes. A passagem de 2026 será usada também para observações por radar, com transmissão a partir da antena DSS-26 da rede de espaço profundo, e recepção pela DSS-13. A expectativa é obter sinais fortes o suficiente para reconstruções parciais da forma e rotação do asteroide. Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho 1 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução 2 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução 4 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução X de 8 Publicidade 5 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução 6 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução X de 8 Publicidade 7 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução 8 de 8 Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho — Foto: Reprodução X de 8 Publicidade Habitat Marte, que simula a realidade do planeta vermelho O objeto deve atingir magnitude 10 durante o pico de aproximação, o que o torna visível com pequenos telescópios e, em condições favoráveis, até com binóculos. A visibilidade, no entanto, pode ser afetada pela luminosidade da Lua no período. Astrônomos destacam que encontros desse porte são raros. Aproximações de asteroides dessa escala ocorrem, em média, uma vez por década. O evento de 2026 será o mais próximo do objeto desde pelo menos o ano 1600, com nova passagem semelhante prevista apenas em 2133. Mesmo com a aproximação considerada segura, a Nasa reforça o monitoramento contínuo de objetos próximos à órbita terrestre. Segundo a agência, não há atualmente nenhum asteroide conhecido com chance de impacto na Terra pelos próximos 100 anos.