Descoberta amplia o conhecimento sobre os primeiros 670 milhões de anos do Universo e ajuda a explicar a origem dos buracos negros supermassivos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Quasares descobertos por Euclides — Foto: Agência Espacial Europeia ( ESA) RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 09:37 Telescópio Euclid da ESA Descobre Quasares Mais Distantes da História O telescópio espacial Euclid, da ESA, identificou 31 quasares primitivos, incluindo os mais antigos e distantes já observados, datando de 670 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta, publicada na Astronomy & Astrophysics, avança na compreensão das primeiras galáxias e buracos negros supermassivos. Graças à observação em infravermelho, quasares menos brilhantes foram detectados, fornecendo pistas sobre a origem desses gigantescos sistemas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um estudo publicado na segunda-feira (6) na revista científica Astronomy & Astrophysics revelou que o telescópio espacial Euclid, da Agência Espacial Europeia (ESA), identificou 31 quasares primitivos, incluindo os dois mais antigos e mais distantes já observados. Os objetos existiam quando o Universo tinha cerca de 670 milhões de anos, aproximadamente 5% de sua idade atual, e representam um avanço na investigação sobre a formação das primeiras galáxias e dos buracos negros supermassivos. Graças aos instrumentos de observação em infravermelho do Euclid, lançado em 2023, os pesquisadores conseguiram detectar quasares menos brilhantes, superando uma limitação que antes restringia as descobertas aos exemplares mais luminosos. Segundo a ESA, os dois quasares mais antigos encontrados brilhavam com intensidade equivalente à de um trilhão de sóis. Janela para os primeiros tempos do cosmos Os quasares correspondem a uma fase da evolução das galáxias em que grandes quantidades de matéria são atraídas por um buraco negro supermassivo, liberando enormes quantidades de energia. Nesse estágio, o núcleo galáctico pode superar em centenas ou milhares de vezes o brilho da própria galáxia que o abriga. De acordo com a ESA, esses objetos são extremamente raros porque poucas galáxias tiveram tempo suficiente para crescer nos primeiros centenas de milhões de anos após o Big Bang. Além disso, sua luz é muito fraca e frequentemente se confunde com a de estrelas mais próximas, tornando sua identificação um desafio para os astrônomos. Artemis II: veja imagens da missão tripulada à órbita da Lua 1 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP 2 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP 4 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP X de 10 Publicidade 5 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP 6 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP X de 10 Publicidade 7 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP 8 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP X de 10 Publicidade 9 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP 10 de 10 Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial — Foto: AFP X de 10 Publicidade Após 53 anos, missão histórica da Nasa marca retorno humano na órbita da Lua e testa futuro da corrida espacial O principal autor do estudo, Daming Yang, pesquisador da Universidade de Leiden, na Holanda, destacou a importância da descoberta. — Encontrar e analisar esses objetos permite compreender melhor como esses enormes sistemas se formaram e cresceram tão rapidamente, um dos maiores mistérios da astrofísica. Joseph Hennawi, professor de Física da Universidade de Leiden e da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, afirmou que os quasares oferecem pistas fundamentais sobre a origem dos maiores buracos negros conhecidos. — Esses objetos fornecem as melhores pistas para entender como os buracos negros supermassivos se formam. Ainda não compreendemos totalmente como eles conseguiram crescer tanto e tão rapidamente.
Euclid encontra 31 quasares com cerca de 13 bilhões de anos e registra os mais distantes já observados; entenda
Descoberta amplia o conhecimento sobre os primeiros 670 milhões de anos do Universo e ajuda a explicar a origem dos buracos negros supermassivos






